ABA e Estratégias naturalistas

A terapia naturalista, direcionada modelos de intervenção baseados na ABA como o PRT, o ESDM (Modelo Denver de Intervenção Precoce), foca no ensino de habilidades e comportamentos em contextos naturais e funcionais. No ESDM, por exemplo, a liderança da criança é fundamental e orienta as sessões. Dessa forma, a intervenção é adaptada para ser compatível aos interesses e preferências da criança.

O Ensino Incidental é orientado através das oportunidades naturais presentes no ambiente. Nesse caso, a partir do interesse da criança, o terapeuta pode usar a situação para promover habilidades, como por exemplo, comunicativas, jogos, sociais.

Já o Ensino de Resposta Pivotal, a intervenção é centrada em habilidades essenciais “pivotais” buscando mudanças de maior impacto para a aquisição de outros repertórios relacionados.


Conceitos Básicos da Análise do Comportamento

São apresentados no curso, com linguagem dinâmica, conceitos básicos, processos, procedimentos, princípios e leis analítico-comportamentais que possibilitam uma visão global sobre o comportamento humano em diferentes contextos.


Comportamento Verbal

Ensino dos principais operantes verbais, de modo a saber programar uma contingência de ensino para uma intervenção de qualidade.


Consultoria em instituições públicas e privadas: escolas, shoppings, clínicas e prefeituras.


Formação para Atendente Terapêutico (AT)

Voltado para estudantes e profissionais que buscam conhecer e/ou aprimorar técnicas e manejos para o atendimento de pessoas no TEA e com outros atrasos no desenvolvimento


Programa de Manejo de Crises (PMC)

É uma abordagem que busca prever e antecipar situações que possam levar a comportamentos desafiadores, fundamentada na Análise do Comportamento Aplicada (ABA), visa oferecer um ambiente seguro e respeitoso para o manejo de comportamentos desafiadores


Protocolos de Intervenção em ABA (sob consulta)


VB-MAPP (Sundberg, 2008)

Trata-se de um sistema de avaliação e rastreamento de habilidades para avaliar a linguagem, aprendizagem e as habilidades sociais de crianças no TEA e com outros atrasos no desenvolvimento.


TEA no ambiente escolar: estratégias de ensino e inclusão

O ambiente escolar quando bem direcionado, pode propiciar o desenvolvimento de diversas oportunidades de aprendizagem para estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA).

A quantidade de estímulos, demandas acadêmicas específicas e desafios da socialização são aspectos importantes que influenciam diretamente na integração e desempenho adequado da criança na escola.

Compreender essas dificuldades é essencial para desenvolver estratégias eficientes de intervenção que promovam melhor adaptação ao ambiente, ao passo em que, o estudante desenvolve habilidades e adquire novos repertórios.

A ABA utiliza esquemas de reforço positivo para implementar comportamentos desejados, o que ocorre através de arranjos que promovam consequências positivas e reforçadoras para demandas pertinentes ao plano de intervenção escolar, como completar tarefas acadêmicas e demais atividades, além de seguir os passos esperados pela rotina. O ambiente escolar pode tornar-se um contexto propício para o ensino de novos comportamentos através da modelagem incidental, mediação por pares e feedback imediato. Essas estratégias geralmente ajudam aos alunos a aprenderem como se comunicar de forma eficaz e interagir com seus pares de maneira apropriada.